Criar o site da sua pizzaria, cidade a cidade

Em Portugal, a pizzaria independente joga em dois campos: contra as cadeias que têm encomendas próprias há anos, e dentro das aplicações de entrega — Glovo, Uber Eats, Bolt Food — que cobram comissão a cada pedido. Um site com encomendas diretas é o que as cadeias perceberam primeiro.

A pizza portuguesa cresceu entre dois mundos. De um lado, a entrega ao domicílio das grandes marcas, com número de telefone, site e aplicação próprios. Do outro, a pizzaria de bairro e, nos últimos anos, as napolitanas de forno a lenha que abriram em Lisboa, no Porto e um pouco por todo o litoral. A primeira tem o canal; a segunda, muitas vezes, só tem a ementa num PDF e uma conta na Glovo.

Quem tem a encomenda, tem o cliente

A comissão é a parte visível da fatura. A invisível é a lista de clientes: nome, morada, o que pedem às sextas. Quem vende só através de uma plataforma está a alugar os próprios clientes. Um site com encomenda direta devolve essa relação ao sítio — sem obrigar a sair da plataforma.

As cidades que tratamos

Ser encontrado acontece à escala do bairro e da freguesia: Campo de Ourique não é Lisboa, a Foz não é o Porto, e quem pesquisa sabe a diferença.

O seu site pode estar online antes do serviço desta noite

Cinco minutos. Sem cartão. E já está online.

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As perguntas que os donos fazem mesmo

Faz sentido ter site próprio além da Glovo ou da Uber Eats?

Sim. A plataforma traz clientes novos, o site próprio guarda-os. Cada encomenda que entra diretamente poupa a comissão e deixa-lhe os dados do cliente.

Quanto custa?

0 € para começar num endereço super-pizza.app, 19 € por mês ou 190 € por ano com o seu domínio e encomendas diretas, sem comissão por encomenda.

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