Criar o site da sua pizzaria em Lisboa

Em Lisboa, uma pizzaria não tem falta de visibilidade nas apps: tem excesso de vizinhos. O site próprio serve para que o cliente que já a conhece encomende diretamente, sem passar por uma lista onde aparece ao lado de quarenta concorrentes e sem pagar comissão sobre uma encomenda que já era sua.

Duas cidades dentro da mesma cidade

Quem faz pizza no Príncipe Real, no Bairro Alto ou no Cais do Sodré trabalha para um público que muda todas as noites: turistas, gente que sai do trabalho tarde, grupos que decidem onde jantar à última hora no telemóvel. Aí, a primeira impressão é tudo, e quase sempre acontece no Google Maps antes de acontecer à porta. Uma ficha com fotografias antigas e um horário errado manda o cliente para a pizzaria da rua ao lado.

Em Campo de Ourique, em Alvalade ou nos Anjos o negócio é outro. A pizzaria de bairro vive de famílias e de casais que encomendam à sexta e ao domingo, que sabem de cor o que querem e que só precisam de uma forma rápida de o pedir. Para estes clientes, a app não acrescenta nada: só se mete no meio.

O que as apps custam em Lisboa

Lisboa foi onde tudo começou em Portugal. A Uber Eats e a Glovo chegaram em 2017, a Bolt Food em 2020, e hoje as três cobrem a cidade de ponta a ponta. Para o cliente é cómodo; para o restaurante significa aparecer numa lista ordenada por tempo de entrega, por avaliações e por promoções pagas, em que o lugar no topo se compra com descontos que saem da sua margem.

O problema não é usar as apps para ser descoberto. O problema é continuar a pagar comissão sobre o cliente habitual, aquele que encomenda há dois anos e que, se tivesse um link direto, nunca teria aberto a Glovo. Cada encomenda dele que passa pela app é dinheiro que paga a plataforma e não o forno.

O que o seu site faz que a app não faz

Mostra a ementa completa, com os preços que escolheu e não os inflacionados para cobrir a comissão. Diz se está aberto agora, incluindo o serviço que passa da meia-noite ao sábado, quando o Cais do Sodré ainda está cheio. Funciona em português e em inglês para quem está de passagem. E guarda o contacto do cliente para si, para lhe avisar da pizza do mês sem pagar a ninguém para isso.

Na prática, o caminho é simples: continue nas apps para os clientes novos, mas ponha o seu link em todo o lado onde o cliente habitual já está. Na caixa da pizza, no talão, no Instagram, na ficha do Google. Em poucas semanas, as encomendas que se repetem começam a chegar pelo seu site, e a comissão fica só nas que realmente vieram da app.

Numa cidade onde quase todas as pizzarias estão nas mesmas três plataformas, ter um canal próprio é a diferença entre depender delas e usá-las.

O seu site pode estar online antes do serviço desta noite

Cinco minutos. Sem cartão. E já está online.

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As perguntas que os donos fazem mesmo

Quanto custa o site de uma pizzaria em Lisboa?

O preço não muda de cidade para cidade: nada para começar num endereço super-pizza.app, e 19 € por mês para ter o seu próprio domínio, com encomendas online sem comissões.

Em Lisboa toda a gente encomenda pelas apps. Porque iriam ao meu site?

Os clientes novos talvez o descubram numa app, mas o habitual que já sabe que quer a sua margherita não precisa dela. Dê-lhe um link direto, na caixa, no talão e no Google, e ele encomenda aí: a comissão sobre uma encomenda que já era sua deixa de existir.

Como me destaco numa cidade com tantas pizzarias?

Sendo claro sobre onde está. Ninguém pesquisa «pizza Lisboa»; pesquisa pizza em Campo de Ourique ou nos Anjos. Uma página com o seu bairro, o horário verdadeiro e a ementa completa é o que o Google precisa para o mostrar aos vizinhos certos.

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