Criar o site da sua pizzaria no Porto

No Porto, a pizza mudou muito em poucos anos: os balcões de massa longa e forno a lenha de Cedofeita e da Baixa vivem sobretudo do take-away. Um site próprio deixa o cliente encomendar e levantar sem passar por nenhuma app, e a pizzaria de bairro de Paranhos ou do Bonfim recebe as encomendas habituais sem comissão.

Uma cidade de balcões pequenos

Boa parte das pizzarias que puseram o Porto a falar de pizza abriram em espaços minúsculos, com um forno, uma bancada e pouco mais. Em Cedofeita e na Baixa, muitas nem têm mesas suficientes para uma noite cheia: o negócio faz-se com quem encomenda e passa a buscar, ou com quem leva a caixa para casa a poucas ruas dali.

Fora desse circuito, o Porto tem a pizza de sempre. Em Paranhos, entre os estudantes da Asprela e as famílias que ali vivem há décadas, a pizzaria de bairro trabalha até tarde. Na Boavista e na Foz do Douro, o jantar é mais calmo e a conta mais alta. No Bonfim, o bairro mudou depressa, e com ele os clientes.

Três apps numa cidade compacta

A Uber Eats chegou ao Porto em 2017, a Glovo em 2018 e a Bolt Food em 2021. Numa cidade tão compacta, as três cobrem praticamente tudo, e é fácil perceber o efeito: quem abre uma app na Baixa vê dezenas de pizzarias a poucos minutos, ordenadas por tempo de entrega e por promoções que é o restaurante a pagar.

Para um balcão pequeno, isso pesa. A margem de uma pizza de fermentação longa já é apertada, e a comissão sobre cada encomenda leva uma fatia considerável. Pior ainda quando o cliente nem precisava da app: estava a duzentos metros e só a usou porque era a forma mais rápida de ver a ementa e pagar.

O que o seu site resolve no Porto

Primeiro, aparece onde o cliente procura. Quem está em Cedofeita escreve «pizza Cedofeita» ou «pizzaria perto de mim», e um site com a sua morada, o seu bairro e o horário verdadeiro é o que o Google precisa para o mostrar. Segundo, mostra a ementa como a pensou, com as pizzas da semana e os ingredientes que fazem a diferença, em português e em inglês para quem está de visita.

Terceiro, transforma o cliente de uma vez em cliente habitual. O link vai na caixa, no Instagram e na ficha do Google; o cliente que gostou encomenda da próxima vez diretamente. As apps continuam a servir para trazer gente nova, mas a encomenda que se repete passa a ser sua.

Numa cidade onde a reputação de uma pizzaria se faz em poucas semanas, ter o seu próprio canal é o que permite crescer sem entregar a margem a quem só faz a ligação.

O seu site pode estar online antes do serviço desta noite

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As perguntas que os donos fazem mesmo

Quanto custa o site de uma pizzaria no Porto?

O preço não muda de cidade para cidade: nada para começar num endereço super-pizza.app, e 19 € por mês para ter o seu próprio domínio, com encomendas online sem comissões.

A minha pizzaria é pequena e vive do take-away. Preciso mesmo de um site?

É exatamente o caso em que mais compensa. Num balcão de Cedofeita o cliente encomenda e passa a levantar; com um link seu, faz isso sem app, sem comissão e sem chamada no pico do serviço, e chega à hora certa.

Tenho muitos clientes estudantes. O site ajuda?

Ajuda, porque eles vivem no telemóvel e decidem em grupo. Uma ementa clara com preços, o horário até tarde e a possibilidade de encomendar e levantar sem taxa de entrega é o que faz um grupo de Paranhos escolher a sua pizzaria e não a app.

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