Criar o site da sua pizzaria em Castelo Branco
Em Castelo Branco, a maior parte das encomendas de pizza ainda chega por telefone, e as apps de entrega ocupam pouco espaço. Isso é uma vantagem: em vez de lutar contra uma plataforma, a pizzaria pode passar os clientes que já tem para um site próprio, onde encomendam sem comissão e sem engano na morada.
Uma cidade de hábitos
Castelo Branco é uma capital de distrito do interior, e o ritmo nota-se. Quem encomenda pizza aqui são os funcionários dos serviços públicos que saem às seis, os alunos do Instituto Politécnico que dividem casa durante o ano letivo e as famílias da Quinta da Granja, da Boa Esperança ou da Carapalha que pedem ao fim de semana. A cidade é pequena o bastante para que muitos vão buscar a pizza de carro, e conhecida o bastante para que a pizzaria seja escolhida pelo nome, não pela posição numa lista.
Isto quer dizer que o seu cliente já existe. Não precisa de ser descoberto: precisa de uma forma fácil de encomendar quando o telefone está ocupado, de ver a ementa sem procurar uma fotografia antiga no Facebook e de saber se hoje está aberto.
Onde estão as apps, e onde não estão
A Uber Eats e a Glovo já entregam em Castelo Branco, mas a oferta é curta e dominada pelas cadeias. Muitos restaurantes que aparecem nas apps usam os seus próprios estafetas, o que quer dizer que pagam a comissão da plataforma sem que ela faça a parte mais difícil do trabalho. E basta sair do perímetro urbano, para as aldeias do concelho, para que nenhuma app chegue.
Para uma pizzaria de bairro, entrar nesse jogo tem pouco sentido. Os clientes que a app lhe traria são, na maioria, os mesmos que já lhe ligam. A diferença é que agora pagaria uma percentagem sobre cada um deles.
O que muda na cozinha
À sexta à noite, quem atende o telefone não está a fazer pizza. Cada chamada são dois ou três minutos a ditar a ementa, a confirmar a morada, a repetir o pedido. Com uma parte das encomendas a chegar pelo site, essa pessoa volta para o forno, e as encomendas por escrito reduzem os erros que custam uma pizza refeita e um cliente aborrecido.
Se entrega com o seu próprio estafeta, o site trata do resto: define as zonas onde chega, o valor mínimo e a taxa, e o cliente sabe à partida se a sua rua está incluída. Se prefere só levantamento, o cliente escolhe a hora e passa a buscar. Num caso e noutro, a encomenda é sua, do princípio ao fim.
E há o Google. Quem chega à cidade para trabalhar ou estudar pesquisa «pizzaria Castelo Branco» no primeiro fim de semana. Um site com a morada, o horário e a ementa completa é o que o põe nesse resultado, ao lado ou à frente das cadeias.
Numa cidade onde as apps ainda não mandam, o melhor momento para ter o seu canal é antes de passarem a mandar.
O seu site pode estar online antes do serviço desta noite
Cinco minutos. Sem cartão. E já está online.
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