Criar o site da sua pizzaria em Vila Real

Vila Real tem um público que muda com o calendário: os estudantes da UTAD durante o ano letivo e as famílias da cidade o ano inteiro. As três apps de entrega já cá estão, e cobram comissão sobre todos. Um site próprio deixa a pizzaria ficar com os clientes habituais sem passar por elas, e adaptar-se a cada época sem pedir licença.

Uma cidade universitária no interior

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro transforma Vila Real entre outubro e junho. Milhares de estudantes alugam quartos no centro e nas freguesias à volta, de Mateus a Parada de Cunhos, jantam tarde, encomendam em grupo e decidem à última hora. Para uma pizzaria, são noites de semana com movimento que noutra cidade do mesmo tamanho não existiria.

Mas a cidade não é só universidade. Em Lordelo, em São Dinis e na zona antiga vivem famílias que encomendam ao fim de semana e que continuam cá em julho e agosto, quando boa parte dos estudantes volta para casa. Uma pizzaria que vive bem em Vila Real sabe falar com os dois públicos e mudar de registo duas vezes por ano.

Três apps numa cidade pequena

Vila Real é das poucas cidades do interior norte com as três plataformas: a Uber Eats, a Glovo e, mais recentemente, a Bolt Food. Para o estudante acabado de chegar, que ainda não conhece nenhuma pizzaria, a app é muitas vezes o primeiro contacto. O problema é o que acontece depois: se ele gostou e volta a encomendar todas as semanas, cada uma dessas encomendas paga comissão, quando ele já sabia exatamente onde queria ir.

E as apps têm limites claros. A oferta é curta, com as cadeias no topo da lista, e as aldeias da serra, que fazem parte do concelho, ficam fora do alcance dos estafetas. Aí, quem quer pizza liga ou vai buscar.

O que o site faz por uma pizzaria de Vila Real

Mostra a ementa completa, com os preços que escolheu e não os inflacionados pela comissão. Diz o horário verdadeiro, incluindo o serviço até mais tarde nas noites de semana em época de aulas e o horário de verão. Permite destacar o que interessa em cada época: as pizzas para partilhar em outubro, as familiares em agosto. E aparece no Google quando alguém pesquisa pizza em Vila Real, com a morada e o botão para encomendar.

Há ainda os visitantes. Quem vem ao Douro, ao Palácio de Mateus ou à cidade em dia de corrida no circuito procura no telemóvel onde comer, e escolhe pela ficha mais completa. Um site atualizado é o que transforma essa pesquisa numa encomenda.

O caminho é simples: continue nas apps para ser descoberto, e ponha o seu link em todo o lado onde o cliente habitual já está. Na caixa, no talão, no Instagram, na ficha do Google. As encomendas que se repetem passam a ser suas, inteiras.

O seu site pode estar online antes do serviço desta noite

Cinco minutos. Sem cartão. E já está online.

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As perguntas que os donos fazem mesmo

Quanto custa o site de uma pizzaria em Vila Real?

O preço não muda de cidade para cidade: nada para começar num endereço super-pizza.app, e 19 € por mês para ter o seu próprio domínio, com encomendas online sem comissões.

Os estudantes da UTAD encomendam pelas apps. Como os levo para o meu site?

Com o primeiro pedido. O estudante que o descobriu numa app recebe na caixa um cartão com o seu link e um motivo para voltar por lá, como uma pizza para partilhar a preço de casa. A partir daí, encomenda diretamente, e a comissão fica só na primeira vez.

No verão a cidade esvazia. O que faço com o site nesses meses?

Ajuste-o ao público que fica. Mude o horário, destaque as pizzas familiares e as encomendas para levantar, e fale com as famílias de Lordelo ou de Mateus que estão cá o ano inteiro. Mudar o site demora minutos; mudar a ementa numa app depende dela.

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